Agora tenho tempo
Sexta-feira, este é o meu ultimo dia de trabalho. Segunda estou de férias. Estas últimas semanas foram horríveis. Despedimento de alguns amigos, é triste dizer adeus a alguém. Definições de estratégias, novas regras e algumas decepções. O negativo é não desabafares com ninguém o que pensas. Numa outra noite escapou alguns comentários, entre o café nocturno, com a minha vizinhança. A vontade de dizer que a barra está pesada, que estou sozinho e tenho que resolver imensas coisas e que de alguma forma alguns postos de trabalho dependem disso. Resolver negócios importantes em nome da minha empresa. Nunca pensei que confiassem tanto em mim. Acaba por ser gratificante por as coisas tenderem-se a resolver.
O sol está a ir. Rapidamente será noite. Estou aqui. A vontade de ir parta casa cada vez é menos. Detesto o silêncio e o vazio e alimento desculpas mundanas. Mas quase gosto desta minha vida. Provavelmente a culpada és tu. Sim tu. Não estou a ver mais ninguém. Só o meu reflexo. Encontraste-me fraco, fácil e frágil e assim te apresentaste e eu aceitei, por enquanto.
Adorei cada minuto contigo. Adorei o medo. A insegurança é profícua. Adorei dançar contigo no meio das luzes de Lisboa. Adorei descobrir que o peixe também é comestível dentro do pão. Adorei passear de mão dada. Adorei desejar-te. Adorei.
O primeiro beijo……….
Aquilo que me mata, enfim. Descobri que tu és mais romântica do que eu. Descobri que tu és mais detalhista do que eu. Descobri que dentro da tua confusão eu sou mais confuso, é o normal.
O que me irrita foi ter visto um outro lado e agora voltar a esta inércia e silêncio. Não é justo. A justiça é imoral.
A minha tendência é sempre eterna, tende a afastar aquilo que aprecio, como defesa. Não é fácil lidar com aceitação mas sim com o inverso, esperarmos sempre o pior das pessoas, é o normal. Não é?
Agora não interessa, vou-me divertir a pensar em ti e ver fotografias com um breve até já.
Segunda estou de férias, tenho tudo planeado. Continuo numa área de serviço sem vontade de vontade de voltar para casa com uma esperança estúpida que ligues.
O sol está a ir. Rapidamente será noite. Estou aqui. A vontade de ir parta casa cada vez é menos. Detesto o silêncio e o vazio e alimento desculpas mundanas. Mas quase gosto desta minha vida. Provavelmente a culpada és tu. Sim tu. Não estou a ver mais ninguém. Só o meu reflexo. Encontraste-me fraco, fácil e frágil e assim te apresentaste e eu aceitei, por enquanto.
Adorei cada minuto contigo. Adorei o medo. A insegurança é profícua. Adorei dançar contigo no meio das luzes de Lisboa. Adorei descobrir que o peixe também é comestível dentro do pão. Adorei passear de mão dada. Adorei desejar-te. Adorei.
O primeiro beijo……….
Aquilo que me mata, enfim. Descobri que tu és mais romântica do que eu. Descobri que tu és mais detalhista do que eu. Descobri que dentro da tua confusão eu sou mais confuso, é o normal.
O que me irrita foi ter visto um outro lado e agora voltar a esta inércia e silêncio. Não é justo. A justiça é imoral.
A minha tendência é sempre eterna, tende a afastar aquilo que aprecio, como defesa. Não é fácil lidar com aceitação mas sim com o inverso, esperarmos sempre o pior das pessoas, é o normal. Não é?
Agora não interessa, vou-me divertir a pensar em ti e ver fotografias com um breve até já.
Segunda estou de férias, tenho tudo planeado. Continuo numa área de serviço sem vontade de vontade de voltar para casa com uma esperança estúpida que ligues.


1 Comments:
Palavras para quê...
historias de quem sente com a alma..
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