Agora
Felizmente que vieste. Sim? Claro que sim. Senti a tua falta de ti em mim, aliás ainda o sinto. O meu corpo desespera por esse toque, livrar-me disto. Desta dor que enerva. Enerva a falta de controle. Sinto-o cá dentro, dentro desta porta pequena que depressa se torna enorme em ti e por mim. Cada vez que me calo perco mais tempo de te dizer o que quero, dizer-te aquelas coisas que são proibidas. Proibidas? Por quem? Por nós. Tu acabas por ser muito melhor pessoa do que eu já fui.
Ontem acompanhaste-me e hoje visito-te, tantas vezes que me desgasto em ti. Analiso o teu corpo de forma minuciosa. Tento encontrar defeitos em ti e por mim. Não os consigo deslumbrar, imagina. Percorro o teu sorriso, é enervante ver-te a sorrir sem saber porquê? Tudo aquilo que vejo, não sei a razão. Nem o motivo.
Esse mar que nos afasta é o mesmo que nos ultrapassa!
Ontem acompanhaste-me e hoje visito-te, tantas vezes que me desgasto em ti. Analiso o teu corpo de forma minuciosa. Tento encontrar defeitos em ti e por mim. Não os consigo deslumbrar, imagina. Percorro o teu sorriso, é enervante ver-te a sorrir sem saber porquê? Tudo aquilo que vejo, não sei a razão. Nem o motivo.
Esse mar que nos afasta é o mesmo que nos ultrapassa!


1 Comments:
escreves com o coração... como eu...
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